Episódio 098 - Conexão Boston: a pandemia e o grande reset
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No episódio de hoje, Vernan, Paulo e Julio conversam sobre a os impactos da pandemia na economia e na sociedade, além de discutirem o “Grande Reset”, proposto pelos organizadores do Fórum Econômico de Davos.
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Ideias Gazeta do Povo
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Ideias #181: Pobreza, reforma judicial e congelamento de preços. A venezuelização da Argentina
A Argentina resolveu fazer uma aposta de risco nas últimas eleições: trocou Mauricio Macri, que tentava o segundo mandato, pelo kirchnerista Alberto Fernández. A lua de mel com o novo presidente não durou muito tempo. Depois de ter sido elogiado no começo da pandemia, quando adotou duras medidas de confinamento, Fernández hoje vê sua popularidade cair drasticamente. Os motivos para a perda de apoio entre a população são vários: mesmo após obrigar o povo argentino a ficar meses trancado em casa, o país registrou uma aceleração no número de casos, e agora é o quinto com maior número de infectados, atrás apenas de Rússia, Brasil, Índia e Estados Unidos (vamos colocar informalmente a China nesta lista, já que é impossível confiar nos dados do regime comunista). O confinamento, além de se mostrar inútil, abalou ainda mais a já alquebrada economia argentina. O país está em recessão desde 2018, e a taxa de pobreza chegou a 40,9% da população no primeiro semestre de 2020, com taxa de indigência de 10,5%. A título de comparação, no fim de 2019 os índices eram de 35,5% e 8%, respectivamente. Se tudo isso não bastasse, incêndios florestais já atingiram 15 províncias do país este ano. A pior situação é a da província de Córdoba, onde a destruição é a pior dos últimos dez anos. E, ainda mais preocupante, é a proposta de reformar o judiciário que está sendo impulsionada pela vice-presidente Cristina Kirchner. Uma das propostas é aumentar o número de juízes na Suprema Corte dos atuais cinco para nove, dando ao atual governo a chance de indicar quatro juízes. Estaria a Argentina passando por um processo de venezuelização, com a instrumentalização do judiciário e empobrecimento de seu povo? Os colunistas da Gazeta do Povo Rodrigo Constantino e Guilherme Fiuza recebem João Alfredo Lopes Nyegray, advogado formado em Relações Internacionais e coordenador do curso de Comércio Exterior na Universidade Positivo, para debater o tema. --------------------------------------------------------------------------- Tenha acesso a conteúdos exclusivos! Assine: bit.ly/2t5mxEe Escolha seu app favorito e receba uma seleção com as principais notícias do dia ou da semana no seu celular: leia.gp/2MTnyrS Acompanhe a editoria Ideias nas redes sociais: Facebook: www.facebook.com/ideiasgazetadopovo/ Twitter: twitter.com/ideias_gp Canal no Telegram: t.me/ideiasgazetadopovo
1 hr 7 min
Guten Morgen - Senso Incomum
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Senso Incomum
106: Quem checa os checadores?
Senso Incomum: sensoincomum.org Facebook: https://www.facebook.com/sensoincomumorg Twitter: https://twitter.com/sensoinc Instagram: https://www.instagram.com/senso.incomum Seja membro do Brasil Paralelo: https://bit.ly/3d8Wleh GUTEN MORGEN GO - Primeira Guerra Mundial: https://go.sensoincomum.org Assine a revista do Senso Incomum: Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Patreon: https://www.patreon.com/sensoincomum Livraria Senso Incomum: https://livraria.sensoincomum.org Livro "Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro", organizado por Cláudia Piovezan: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Camisetas e canecas Senso Incomum na Vista Direita: https://www.vistadireita.com.br/categoria/senso-incomum/ Faça seu currículo na CVpraVC: https://www.sensoincomum.cvpravc.com.br Curso "Ciência, Ideologia e Política em Eric Voegelin", de Flavio Morgenstern no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/produto/curso-ciencia-politica-e-ideologia-em-eric-voegelin/ Curso "Infowar: Linguagem e Política", de Flavio Morgenstern, no Instituto Borborema: https://institutoborborema.com/2017/05/08/curso-infowar-linguagem-e-politica/ Trashin para gestão de resíduos da sua empresa: https://trashin.com.br/sensoincomum/ Loja Marbella Infantil de roupas para seus pequenos (também no Instagram): marbellainfantil.com.br http://instagram.com/marbellainfantil ⚓ Guten Morgen, Brasilien! Enquanto as pessoas sem cultura (ou seja, que não ouvem o Guten Morgen, o seu podcast preferido) discutem ninharias nas redes sociais achando que são coisas importantes, nós, os cobras, sabemos que a notícia mais chocante sem mortes do século foi a censura disfarçada de suposto "fact-checking" (ou falta de) da reportagem do New York Post sobre os negócios escusos do filho de Joe Biden, Hunter Biden, alegando poder ser uma tal de "fake news", o termo que todos os bocós aprenderam a repetir obedientemente para se sentirem inteligentes, filosóficos e científicos. Agências de suposto e auto-intitulado "fact-checking" são exatamente o Big Brother do 1984 de George Orwell: burocratas com interesses políticos (e partidários) querendo dizer o que é verdade por nós. Ou seja, controle totalitário. Ou seja, censura. Ou seja, o que todo tirano e genocida no mundo quis: uma agência de fact-checking para escolher "checar" só o que os outros dizem, e proibir ou menosprezar a sua circulação. Agências mentirosas como Lupa, Aos Fatos, UOL Verifica, Estadão Verifica, Boatos e outras espalham fake news a rodo, como já demonstramos neste Senso Incomum e vamos continuar checando. Mas elas retiram seu garbo de dois fatores completamente totalitários: o poder de controlar as informações que circulam e a repetição robótica e bovina pela população dos termos que eles escolhem tratar como grandiosos – como "fascista" não colou, lá vem fake news pra cá e fact-checking pra lá, fazendo os trouxas acreditarem que viraram reis-filósofos por aprenderem a obedecer gente poderosa querendo controlar o mundo. Isso não significa a defesa de fake news, tal como criticar o Big Brother is watching you de Orwell não significa a defesa da mentira: significa a crença de que a liberdade e o pensamento racional, filosófico, técnico e científico é sempre melhor do que a crença ideológica no controle e na censura, ainda que travestida de nomes chiquezinhos nos quais o rebanho acredita e repete goebbelsianamente. Em outras palavras: a reportagem foi censurada antes de passar por uma suposta agência de auto-intitulado fact-checking. Nem mesmo a desculpa mais estúpida já inventada para a censura foi usada: tratou-se de censura no modelo mais brega, autoritário e desabrido de todos, tentando esconder uma reportagem antes de passar por uma agência de suposto fact-checking, por saber que era uma reportagem que prejudicaria Joe Biden.
1 hr 14 min
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