Historia Online
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Dec 23, 2020
Ser Professor: série em podcast. Ep. #4: Daniel Pereira
Play • 47 min
Olá, pessoal! Tudo bem?

No ar, o quarto episódio da nossa nova série de podcast aqui no HO: Ser Professor.

Essa série foi inspirada em uma sequência de entrevistas que realizamos em nosso canal no YouTube, com o mesmo título. As entrevistas abordavam a biografia dos professores entrevistados, com destaque para momentos que foram marcantes em suas carreiras como docentes.

Na série de podcasts Ser Professor, a abordagem será um pouco diferente. Conversaremos sobre questões relacionadas aos desafios em sala de aula, estratégias didáticas, técnicas e diversos outros temas ligados diretamente à prática docente.

No quarto episódio, conversamos com Daniel Pereira, professor de Atualidades.

Ah, já deixe agendado: toda quarta-feira, tem episódio novo da série.

Trilha de introdução: The Truth, composição de Anno Domini Beats (https://www.youtube.com/channel/UC6f69g5rtNFhix--ZY8yAFw/).
Café Brasil
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Luciano Pires & Café Brasil Editorial Ltda
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Cafezinho 362 – Na bala. “Maomé não é sagrado para mim. Eu vivo sob a lei francesa e não sob a lei do Corão”, afirmou o cartunista e editor-chefe do Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnie, em 2011 após reação violenta de fanáticos à publicação de charges consideradas ofensivas ao islamismo. Quatro anos depois, ao que consta, ele foi o primeiro a ser morto quatro no atentado de 7 de janeiro de 2015. Na ocasião, escrevi assim: “Segurar um cartaz, usar um botão ou publicar um post dizendo ´Je Suis Charlie´ não quer dizer que você concorda com o posicionamento político ou ideológico do jornal Charlie Hebdo. Não quer dizer que você aprecia as charges que eles publicavam. Não quer dizer que você endossa as gozações e ataques que eles fazem a religiões, governos e personalidades. Nem mesmo quer dizer que você, se morasse na França, seria um leitor do jornal. Neste momento, nestas circunstâncias, quer dizer que você se solidariza com seres humanos que foram mortos por expressarem suas ideias.” Trago esse assunto de volta por conta do episódio envolvendo o Deputado Daniel Silveira. Por favor, POR FAVOR, guarde as proporções. Minha opinião é a seguinte: se aquele vídeo ofensivo que ele publicou foi iniciativa individual dele, o deputado foi muito burro. Subiu no ringue para lutar com Mike Tyson no auge. Não tinha a menor chance. Como os cartunistas do Charlie Hebdo, ele pagou a conta por falar o que quis, como quis. O vídeo foi ofensivo, excessivo, teatral e irresponsável, exatamente como os cartuns do Charlie Hebdo. Mas o deputado não poderia ser preso por expressar sua opinião. Os juízes do STF agiram como os terroristas: se as leis da França não proíbem que as piadas contra Maomé sejam feitas, eles resolvem na bala. Se a constituição brasileira não proíbe que o deputado ofenda quem ele quiser, eles resolvem na bala. Felizmente ainda não matam o corpo.      Versão no Youtube: https://youtu.be/iR9JCAg0zJ4 Este cafezinho chega a você com apoio do Cafebrasilpremium.com.br, conteúdo extraforte para seu crescimento profissional. A versão completa deste vídeo é exclusiva para assinantes do Café Brasil. Saiba como assinar em http://confraria.cafe​. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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