DrauzioCast
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Jan 13, 2021
DrauzioCast #144 | Diabetes II
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O excesso de gordura é um dos fatores de risco para o diabetes tipo dois. Saiba mais neste episódio.

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O Assunto
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G1
EUA, Israel e Reino Unido: efeitos da vacinação
Líder global no ranking de vacinação por habitantes, Israel já superou a marca dos 50% da população imunizada pelo menos com uma dose. E os resultados apareceram rapidamente: redução em até 95% do risco de adoecimento após a aplicação das duas doses e diminuição de hospitalizações e mortes em mais de 98%. No Reino Unido, a Escócia teve 80% menos hospitalizações apenas quatro semanas depois da aplicação da primeira dose. Nos EUA, mais de 50 milhões de doses foram aplicadas em pouco mais de um mês – a meta do presidente Joe Biden é atingir 100 milhões em 100 dias. “À medida que você vacina e mantém as medidas de proteção, você consegue reduzir rápido [a transmissão do vírus], e mais rapidamente pode voltar a sonhar de novo e viver uma vida melhor”, afirma Fatima Marinho, epidemiologista da Vital Strategies, organização que auxilia 63 países no combate à pandemia. Fatima e Felipe Santana, correspondente da Globo em Nova York, são os entrevistados de Natuza Nery neste episódio. Fatima detalha as campanhas de Israel e Reino Unido para vencer as fake news e gerar confiança nas vacinas e explica por que a imunização dá resultado tão rápido. Felipe relata o caso norte-americano: com uma população de 330 milhões de habitantes, o país tem doses suficiente para imunizar mais de 400 milhões de pessoas. Além do ritmo de vacinação recorde em mais de 2 milhões de aplicações por dia e um aporte bilionário na economia e na estrutura de saúde. “Há muito investimento e o presidente faz pressão para que Estados aumentem o ritmo”, conta.
24 min
Ao Ponto (podcast do jornal O Globo)
Ao Ponto (podcast do jornal O Globo)
O Globo
Por que secretários de Saúde defendem o lockdown?
Na segunda-feira, 17 estados brasileiros registravam ocupação superior a 80% nos leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19. Em alguns locais, como nos estados da região Sul, a capacidade está próxima do esgotamento. Nas diferentes regiões, neste momento, centenas de pacientes esperam por um leito. E, por mais que as equipes médicas de esforcem, a criação de novas vagas tem limites, como a falta de profissionais para atender o número crescente de doentes graves. Nesse cenário, o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde, o Conass, divulgou, na segunda-feira, uma carta aberta, na qual defende ações extremas, como um toque de recolher nacional entre 20h e 6h e o fechamento de bares, praias e escolas, em todo o país. A medida, no entanto, enfrenta resistências na sociedade e entre os próprios prefeitos. O conselho também apela por um novo decreto de emergência sanitária, que facilita a liberação de dinheiro, e pede decisões legislativas para que os estados possam comprar vacinas paralelamente ao Ministério da Saúde. Na mesma nota, os secretários estaduais ainda renovaram o alerta sobre a falta de campanhas de comunicação de medidas de prevenção contra a Covid, como o uso de máscaras, comportamento preconizado em todo mundo mas criticado pelo presidente Jair Bolsonaro. No Ao Ponto desta terça-feira, o presidente do Conass, Carlos Lula, que é secretário de Saúde do Maranhão, explica por qual razão a entidade emitiu nota pedindo a ampliação das medidas restritivas. Ele ainda conta como os estados querem atuar na compra de vacinas e pretendem garantir leitos de UTI para pacientes com ou sem Covid.
27 min
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