RetornoCast
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Jan 20, 2021
#28 - POCKET - como ser conservador em 2021?
Play • 13 min

O RetornoCast de hoje é uma versão Pocket, ou seja, é um episódio menor do que os convencionais, aproveite para ouvir e compartilhar!

Neste episódio Felipe Vieira e Felipe Medeiros, bateram um papo sobre como ser um investidor (a) conservador (a) no ano de 2021 com uma taxa de juros tão baixa. 

O termo conservador vem do fato do investidor buscar conservar seu patrimônio. Este perfil não busca retorno e sim que seu dinheiro não se perca de alguma forma. 

E 2020 foi um ano transformador para todo perfil de investidor no mercado financeiro. Quem possuía investimentos em renda fixa, como por exemplo: CDB do banco, tesouro selic, etc. teve um retorno real negativo. Ou seja, a inflação foi mais alta do que a rentabilidade nominal do retorno dos investimentos. 

Aproveitando esta mudança do mercado, muitos investidores alteraram seu perfil ao longo do ano, mas e você já sabe qual o seu perfil como investidor? Confira nosso teste exclusivo e GRATUITO, clique aqui para acessar: https://maisretorno.com/blog/form/10

E apesar dos acontecimentos no mundo dos investimentos, é importante lembrar que a renda fixa NÃO MORREU! 

Acompanhe o episódio completo para entender ainda mais sobre este assunto! 

Gostou? Quer saber mais sobre este tema? Ficou com dúvidas? Envie um e-mail para: retornocast@maisretorno.com

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Os Pregões que fizeram história
Os Pregões que fizeram história
InfoMoney
#15 - Coronavírus
09/03/2020 — O temor com o avanço do coronavírus no mundo e seu impacto nas economias globais, além da guerra do petróleo, derrubaram as bolsas pelo mundo. O Ibovespa teve um circuit breaker, uma paralisação automática dos negócios, quando atingiu queda de 10,02% na primeira meia hora de pregão. No fim do dia, o índice fechou em baixa de 12,19%. A escalada da epidemia de coronavírus na China e o início do colapso do sistema de saúde na Itália deixaram claro que a Covid-19 se espalharia pelo mundo todo. Foi só o primeiro dia de caos nos mercados de uma série que viria. Em 11 de março, o Ibovespa acionou outro circuit breaker após bater queda de 10,11% com a notícia de que a Organização Mundial da Saúde, a OMS, tinha declarado pandemia de coronavírus. No dia seguinte, 12 de março: pânico. O Ibovespa acionou um novo circuit breaker ao cair mais de 10%. Quando as negociações voltaram, o índice continuou em queda livre e acionou o segundo circuit breaker daquele dia, ao cair mais de 15%. O Ibovespa ficou a um triz de uma terceira parada: no pior momento do dia, chegou a derreter 19,59%, indo aos 68.488 pontos — a menor pontuação intradiária até então desde 17 de agosto de 2017. Mas, no fim do dia, fechou com perda de 14,78%. Outros dois circuit breakers foram registrados em março de 2020, nos dias 16 e 18, quando o Ibovespa fechou com baixas de 13,92% e 10,35%, respectivamente. No acumulado de março, o Ibovespa caiu 29,9%, perdendo mais de 30 mil pontos. Convidados: Gilson Finkelsztain, presidente da B3, a bolsa do Brasil, Luiz Barsi, advogado, economista e o maior investidor pessoa física da B3, Thiago Salomão, analista e apresentador do podcast Stock Pickers, do InfoMoney, Rosana Richtmann, médica do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, e Esper Kallas, infectologista e professor da USP.
1 hr 17 min
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